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Espaços corporativos: construir, mudar de local ou reformar?

Confira algumas orientações da arquiteta Renata Pisani sobre como fazer a melhor opção para alterações em escritórios, lojas e consultórios.


Aumentar o número de colaboradores, garantir mais conforto ao cliente, decoração do ambiente com mais características da marca, vender mais. Essas são as principais necessidades analisadas por diretores ou empresários que buscam uma mudança no espaço físico da empresa, visando o crescimento e aumento dos resultados. A Arquitetura Comercial vem sendo um destaque para quem busca essa nova fase dos negócios. Mas a grande dúvida que surge é: melhor construir de novo em outro lugar, se mudar para um novo espaço ou apenas reformar?

Para ajudar nessa decisão, é importante levar em consideração que para cada caso haverá uma necessidade e lembrar que tudo vai depender do tamanho da obra. Mas a arquiteta Renata Pisani, com vasto portfólio de projetos em ambientes empresariais, deixa algumas dicas para começar a sua escolha:

 

Documentação: zoneamento e alvarás

“Antes de começar a obra em outro lugar, tem toda uma legislação a ser seguida. Então, tem que verificar se naquele zoneamento pode ter uso comercial e, se pode, até quantos metros quadrados. Por isso, a gente sempre tem que trabalhar o projeto arquitetônico de acordo com as normas e legislação da região que a empresa está implementada”, alerta a arquiteta.

Em casos de reforma não é diferente, sempre tem que estar muito atento à legislação. No entanto, a reforma demanda uma obra um pouco mais complexa. “Precisamos verificar toda a infraestrutura existente. No caso de lugares muito antigos, que a estrutura está comprometida, você terá o trabalho de demolir e construir de novo. Precisamos fazer uma avaliação de toda intervenção que vai ser feita e o projeto vai ser elaborado de acordo com o briefing de cada cliente”, conta a arquiteta.

 

Tendências

Por ser um conceito que vem se mantendo em alta, a Arquitetura Comercial está sempre com novidades e tendências. Além disso, varia muito de empresa para empresa e segmento para segmento. No entanto, podemos destacar que, atualmente, um conceito em alta é a arquitetura Biofílica. Espaços mais voltados com o verde, paisagismos internos. “A arquitetura Biofílica também demonstra uma preocupação de que os colaboradores estejam muito à vontade. Por isso, procuramos trabalhar com áreas de descontração para que este possa arejar a cabeça para ter maior produtividade”, destaca Renata.

 

Assessoria de um Arquiteto

Seja para começar uma obra do zero, em outro endereço ou reforma, é muito importante analisar muito bem e contar com uma assessoria completa para entender qual a melhor opção para sua necessidade e quais tendências se encaixam melhor na realidade da sua empresa. Um profissional especializado te ajudará a definir qual das opções vai interferir menos no atendimento ao cliente e efetividade da equipe. Lembrando que em uma reforma, você precisará pensar onde seus colaboradores ou clientes ficarão até a obra terminar. Já construir em outro lugar, é preciso pensar na mudança de endereço e como vai garantir que todos os clientes saibam da nova localização.

A Arquiteta Renata Pisani conta com mais de 18 anos de experiência no mercado e aproximadamente 200 projetos já executados. Além de possuir um vasto know-how em projetos arquitetônicos, de interiores, e design, reunindo as áreas residenciais e institucionais, também conta com projetos exclusivos de Arquitetura Comercial para empresas. Precisando de assessoria para definir a melhor estratégia para a sua obra, entre em contato com a equipe do escritório Renata Pisani.

Projetos corporativos: ambientes de trabalho mais aconchegantes e produtivos

A decoração de interiores de um ambiente faz toda diferença na rotina de
trabalho dos colaboradores.

Um projeto de arquitetura corporativa é capaz de ajudar a tornar a rotina de
trabalho mais produtiva e saudável. Além do ambiente positivo para equipe,
preparar ambientes com conforto e personalidade para receber clientes
também é fundamental.

Para isso, o planejamento do espaço deve considerar o segmento, a
necessidade dos colaboradores e as características da empresa. “A arquitetura
é muito importante na identidade de uma empresa, pois é o que gera impacto
visual quando se chega aos ambientes. Por isso, projeto corporativo passa
muito essa linguagem do que a organização quer passar e mostrar aos
clientes”, destaca a arquiteta Renata Pisani, que possui um vasto portfólio de
ambientes corporativos para escritórios e comércio.

 

Produtividade

Trabalhar em um espaço agradável e aconchegante faz com que a equipe
tenha mais vontade de ir ao trabalho. “Geralmente, um colaborador acaba
passando maior tempo do seu dia no trabalho e, pensando nisso, é importante
que o ambiente seja bonito, funcional e bem arejado. Tudo isso colabora para o
aumento de produtividade”, ressalta a arquiteta.

Além de trabalhar o conceito da marca, a arquiteta afirma que projetos
corporativos visam muito a funcionalidade. “É importante ter contato visual
entre a equipe, com os departamentos abertos ou separados somente em
vidro. Atualmente, um departamento está amarrado ao outro e esse convívio
diário faz com que as equipes estejam engajadas”, reforça Renata Pisani.

 

Novidades

Novas empresas, como startups, estão sempre buscando conceitos de
arquitetura mais descontraídos. “Essas empresas tem o foco na produtividade
e, por isso, elas pensam em levar um projeto diferente do que estamos
acostumados. Como a empresa é voltada aos colaboradores, ela preza pelos
momentos de descontração, com áreas de lazer o colaborador tem a
flexibilidade de onde vai produzir e trabalhar. Espaços compartilhados, como os
chamados coworking, também estão aderindo a essa tendência e deixando de
lado o formato mais engessado de escritório”, complementa a arquiteta.

Também são bastante atuais mobiliários mais práticos e funcionais. “Hoje o
tempo é cada vez mais curto e uma das novidade que as lojas de mobiliário
corporativo estão lançando são mesas de trabalho que tem uma ferragem que
levanta o tampo. Então quando preciso, as pessoas podem ter reuniões em pé,
de forma prática e rápida”, conta Renata Pisani.