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Construtora Laguna inaugura Espaço do Cliente projetado por Renata Pisani Arquitetura

O ambiente corporativo conta com aspectos contemporâneos, buscando desconstruir a formalidade de um espaço destinado à reuniões.

Um local para aproximar cliente e empresa de uma forma mais informal, garantindo uma boa experiência durante a compra para um consumidor exigente e de alto padrão. Esse era o foco da Construtora Laguna ao propor o seu novo Espaço do Cliente, que fica no escritório-sede da empresa em Curitiba. Projetado pela arquiteta Renata Pisani, o ambiente recém inaugurado tem um estilo contemporâneo e decoração marcante.

A arquiteta conta que procurou unir a sofisticação da Construtora com uma atmosfera descontraída e diferenciada. “O conceito apresenta aspectos contemporâneos delineados pelas linhas curvas do mobiliário e pela composição do lounge, ambiente que transfere a sensação de uma sala de estar e que desconstrói a formalidade de um espaço destinado à reuniões. A sofisticação e exclusividade característicos da Construtora Laguna são representados com o acervo de projetos exposto em forma de galeria, retratando cada empreendimento como uma valiosa joia, um móvel-arte”, comenta a arquiteta.

Outro grande destaque é a bancada alta, acompanhada de banquetas, que tem como objetivo ser o ambiente para comemorações dos negócios realizados. “A Renata Pisani conseguiu traduzir muito bem o que queríamos. Quando fechamos um contrato podemos comemorar as assinaturas e conquistas, tanto do cliente quanto da empresa. Também temos na decoração a parede verde que garante a característica que é ponto alto da nossa empresa: a sustentabilidade”, aponta o diretor de incorporações da Laguna, André Marin.

O local desconstrói a formalidade de uma sala de reuniões de um ambiente corporativo e transfere a sensação de uma sala de estar. “A Laguna atua no mercado de luxo e o principal foco da empresa é o cliente. Então, a experiência que ele vai ter com a marca é muito importante, desde o primeiro atendimento até a entrega do imóvel, no pós-venda”, afirma a coordenadora de desenvolvimento Imobiliário da Construtora, Ana Paula Melo, ao destacar a importância do ambiente para estratégia da empresa.

“Queríamos um espaço onde o cliente se sentisse muito à vontade, para proporcionar à ele a sensação de sentir-se em casa, mas que também fosse um local sofisticado. Com certeza, o resultado ficou como esperávamos”, complementa o diretor geral da Construtora, Gabriel Raad.

Dormitório infantil: tendências de Arquitetura para o quarto das crianças

Na hora de projetar os ambientes destinados aos pequenos, cada detalhe pode ajudar ao melhor descanso, formação e estudos. Contar com a ajuda de uma especialista pode ajudar nas escolhas, sem deixar de lado a personalidade da criança.

Quando falamos em decoração da casa, temos que levar em consideração os gostos e particularidades dos moradores. No quarto das crianças não é diferente. Personalizar o quarto do pequeno de acordo com sua personalidade pode ajudar até mesmo no sono, nos estudos e formação da criança.

Foi o que aconteceu na casa da nutricionista Carolina Vieira. “Quando eu mudei de apartamento eu queria que os meus filhos tivessem, cada um, o quarto com a carinha deles. Então, o meu pequeno escolheu super-heróis e o meu mais velho escolheu aviões. A Renata conseguiu deixar esses quartos extremamente aconchegantes e eles amam passar tempo cada um no seu cantinho”, conta.

O projeto e a execução ficou a cargo da arquiteta Renata Pisani. Com base nessa e em outras experiências, a profissional aponta algumas tendências de Arquitetura para dormitórios infantis e contou um pouco sobre alguns projetos que já realizou. Confira!

 

 

1- Quarto de bebê: quais as tendências?

O quarto de bebê tem que ser delicado e lúdico. Quando ele é bem novinho, é importante priorizar o relaxamento porque a grande reclamação das mães é a falta de sono. Então a gente precisa garantir um ambiente bem relaxante, bem acolhedor, para que induza mesmo o sono da criança.

Também é importante fazer a imaginação deles florescer, isso vale tanto para bebês quanto para os mais grandinhos. Então, a gente gosta de definir um tema. Muitas mães já tem definido qual tema quer para o quarto, mas caso ainda não tenha nós podemos sugerir. Mas sempre precisa ter a ver com a personalidade da criança. Ou seja, a menina que gosta de balé, bailarina ou o menino que gosta de futebol, surf. Normalmente a criança já tem uma personalidade. Se não fazemos em função da personalidade dos pais.

 

2- Como preparar um quarto que possa ser atual para bebê e depois nos primeiros anos de vida?

Uma coisa bem importante e que a maioria pede é que a gente faça uma base neutra, em composição dos armários. Já dá para prever uma bancadinha de estudos. Assim, quando ele é muito pequeno e ainda não usa a bancada, a gente pode compor para criar com baús, espaços para guardar brinquedos. Depois, aquele mesmo móvel pode voltar para sua função de escrivaninha.

 

3- Rosa ou azul? Quais cores são alternativas?

Hoje tem bastante “Candy Colors”, como são chamadas as cores mais suaves. Nessa lista entra, por exemplo, o verde água, o azul água, o lilás. São várias cores que podemos trabalhar em casos de dormitório infantil. Mas ainda temos a preferências de rosa para meninas e azul para meninos.

 

4- Quartos para pré-adolescentes. Quais as dicas?

Os pré-adolescentes já sabem o que querem. Então é bacana que eles participam das reuniões para definir como será o quarto, fazem pedidos e é bem legal essa participação. Tive casos em que tinham reuniões só com o adolescente, pois ele sabia tudo que queria. Eu conversava e apresentava os projetos diretamente pra ele. Então, considero bem legal que as crianças maiorzinhas participem deste processo, porque é o quarto dela, é o refúgio dela na casa, onde ela vai estudar, vai imaginar.

Eu mesma tive o meu quarto decorado quando criança e eu sempre conto para a arquiteta que fez o meu dormitório que eu gostava tanto dele que eu sentava no cantinho e ficava desenhando as perspectivas dele. Foi o que me ajudou a me descobrir como arquiteta. Indico os pais a investirem no quarto de suas crianças, pois pode ser um grande passo para o futuro da criança.

O estudante João Pedro Vieira, de 12 anos, teve seu quarto decorado pela arquiteta Renata Pisani. “Eu queria um quarto de acordo com a minha idade, o tema que escolhi foi de aviões e foi exatamente o tema que a Renata fez. O quarto ficou lindo e aconchegante e eu adoro passar tempo dentro dele”, conta o adolescente.

Arquitetos viabilizam mais segurança e qualidade a obras

Conheça o passo a passo para elaboração de projetos de Arquitetura. Assessoria especializada pode evitar dores de cabeça e garantir melhores resultados em obras e interiores.

Para construir, decorar ou reformar, a assessoria de um profissional de Arquitetura pode representar economia de tempo e dinheiro, além de uma maior qualidade na execução e no resultado. O trabalho do arquiteto vai desde os estudos para implantação, projeto para instalações elétricas, hidráulicas e iluminação, até definição de acabamentos como móveis e cortinas, por exemplo.

Um projeto arquitetônico é cheio de grande complexidade. Por isso, é composto de várias etapas que buscam garantir uma obra de qualidade que atenda a todas as necessidades e resultados requeridos pelos moradores. Muitas destas etapas contam com a participação ativa do cliente. Outras só dependem da autonomia e experiência do profissional.

Para ajudar na compreensão do processo de criação do trabalho de um arquiteto, conversamos com a arquiteta curitibana, Renata Pisani, que acumula um portfólio de 18 anos de experiência e mais de 200 projetos executados.

 

1. Cadastro cliente e briefing inicial

Nesta etapa, as informações fornecidas pelo cliente são muito importantes para o estudo inicial do projeto. Para isso, a arquiteta precisa de documentos pessoais do cliente e do imóvel, como guia amarela, registro de imóveis e normativas internas de condomínios.

“O briefing inicial é composto pelas informações referente ao projeto e questões burocráticas do imóvel. Pois, nele contém a metragem e informações sobre a tipologia do projeto, localização e legislação específica e vigente municipal, estadual e federal. Assim é possível verificar restrições de uso, taxa de ocupação, coeficiente de aproveitamento, recuos e afastamentos e número de vagas permitidas”, explica Renata Pisani.

 

2. Levantamento de dados e programa de necessidades

Após assinatura de contrato e a definição de prazos, arquiteta e cliente se reúnem para definição do programa de necessidades, especificando alguns tópicos necessários para realizar o projeto. Primeiramente é definido um fluxograma / organograma dos espaços, bem como características funcionais da obra. Esse seria um detalhamento de atividade que a arquiteta realizar.

São definidos também compartimentação e dimensionamento preliminares, população fixa e variável, fluxos de pessoas, veículos e materiais, mobiliário, instalações e equipamentos básicos.

O cumprimento de prazos é estabelecido nesta etapa do projeto, para que a arquiteta solicite todos os recursos necessários para execução do projeto. A partir disso é definido acabamentos e sistema construtivo pretendido. Com isso, se contempla o padrão de construção e objetivos do cliente quanto à finalidade da obra.

No último tópico deste passo é feito um levantamento topográfico planialtimétrico. Nele é descrito o terreno com precisão, indicando os limites, construções vizinhas e internas à área, ruas e as calçadas limítrofes, além da vegetação do local. O projeto só terá início pela arquiteta após a entrega da documentação necessária e do levantamento topográfico.

 

3. Estudo preliminar

Esta etapa é destinada ao estudo inicial de todas as informações levantadas no passo 02 e definição do caminho a ser adotado. “Depois de feito um levantamento, apresentamos uma solução que consideramos a melhor, considerando o dimensionamento, setorização e funcionalidade. Pois, esses pontos irão garantir a definição do estudo preliminar que melhor se encaixe na necessidade do cliente”, explica.

Em seguida é feita a distribuição dos ambientes para obter o melhor aproveitamento da ventilação e iluminação natural, proporcionando conforto ambiental em cada espaço projetado. São elaboradas e especificadas técnicas construtivas e estéticas. Por fim é feito a apresentação de planta de distribuição e/ou volumétrica, planta de layout geral para definições atendendo o programa de necessidades. “Cada detalhe é importante para segurança e qualidade da obra ou do projeto de interiores”, complementa a arquiteta Renata Pisani.

 

4. Anteprojeto

A partir da escolha do projeto (passo anterior), a arquiteta faz o desenvolvimento com representação das informações técnicas provisórias. É a hora de produzir as plantas, cortes e elevações em 3D, além da distribuição de pontos elétricos básicos. Especificação e definição dos materiais, acabamentos, mobiliário e outros itens importantes para a evolução do projeto também são apresentados nesta etapa.

Ao final haverá informações suficientes para a contratação de sondagem e dos projetos complementares. Com isso, será possível dar início aos orçamentos de execução de obra.

 

5. Projeto de Personalização

Este é o momento que a arquiteta cria um briefing completo do conceito dos ambientes, contendo definição de equipamentos de áudio, vídeo e eletrodomésticos (com seus manuais) e outros elementos que necessitem instalação especial ou grande porte. Em seguida inicia-se o desenvolvimento dos espaços que possuem instalação hidráulica ou que podem alterar alvenaria (aberturas).

 

6. Projeto legal

Aprovado o projeto e tendo em mãos toda documentação necessária, a arquiteta inicia a parte burocrática. O projeto arquitetônico é encaminhado para análise e aprovação pelos órgãos competentes para obtenção do alvará e demais licenças indispensáveis para a atividade de construção.

“Essa é uma parte fundamental e é quando muitos têm prejuízo quando não têm uma assessoria especializada. Um projeto mal elaborado pode representar a não liberação da obra e, posteriormente, a não averbação dela. Por isso, todo investimento em estudos prévios valem a pena”, reforça a arquiteta.

 

7. Coordenação e compatibilização dos projetos complementares

Este passo consiste na seleção e orçamentos dos projetos complementares específicos desenvolvidos por profissionais externos ao escritório, como: hidráulico, elétrico, fundação, estrutural, prevenção de incêndio, CFTV, drenagem águas pluviais, GLP, gases especiais, climatização, elevadores, luminotécnico, sonorização, entre outros que serão necessários.

Feito a escolha e seleção dos projetos complementares específicos, inicia-se a compatibilização do projeto arquitetônico com os demais projetos complementares.

 

8. Projeto executivo e detalhamento

O projeto é apresentado com as informações técnicas definitivas para execução de obra. Em seguida, a arquiteta trabalha em um detalhamento e memorial de tudo que foi acordado.

 

9. Acompanhamento de obra

A arquiteta começa o processo de acompanhamento, passo a passo, da obra. Além da visita ao local de obra, ela tem o compromisso de tirar dúvidas com fornecedores e solucionar os problemas técnicos que podem ocorrer durante a obra. A execução deverá ser feita por empresas especializadas que forneçam garantias nos serviços prestados.

“Estar presente em cada fase do projeto garante que o trabalho seja executado de acordo com o contrato com o cliente. Assim é possível proporcionar um ótimo resultado e um projeto excelente do início ao fim”, finaliza.

 

10 vantagens de contatar um Arquiteto para sua Obra

Conheça 10 das centenas de vantagens de contratar um arquiteto para realizar a sua obra!

 

Você que já pensou em começar uma construção ou reforma com certeza já se pegou pensando se realmente deveria contratar um Arquiteto. Para ajudar a esclarecer essa dúvida vamos, primeiro, entender o que faz este profissional:

O profissional de arquitetura é responsável por:

  • Definir os materiais adequados para a execução da obra;
  • As técnicas necessárias para sua realização;
  • Otimizar gastos;
  • Projetar o conforto do imóvel;
  • Criar um cronograma de trabalho;
  • Além de outras atribuições.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o projeto arquitetônico é sinônimo de economia e investimento porque evitará gastos extras e poderá valorizar em até 50%o imóvel.

 

Contratar um arquiteto é um investimento, e não um gasto!

O valor usado para a contratação de um arquiteto é correspondente a uma pequena parcela do custo final da obra. Ou seja, um investimento que vale a pena para garantir a qualidade e valorização comercial do imóvel. Com isso, você perceberá um grande incremento positivo no custo-benefício ao contratar um arquiteto que tem como objetivo trabalhar no planejamento do conforto físico, acústico, luminotécnico e térmico da casa.

É a partir da análise realizada pelo profissional que será criado um projeto de construção adequado a atender suas necessidades e preferências ou — se o objetivo for reformar — o melhor aproveitamento do imóvel já existente.

Veja também: Tudo sobre a Art Basel Miami 2017

Abaixo listamos 10 vantagens de se contratar um Arquiteto.

1.Sustentabilidade e valorização da obra.

Contratando um Arquiteto você terá uma obra mais sustentável, assim colaborando com o meio ambiente. Além disso, o arquiteto tem uma formação única que o habilita a unir criatividade, técnica, funcionalidade e estética, contribuindo com a valorização do seu imóvel.

2.Construir com segurança.

O investimento de um imóvel necessita de um bom orçamento. Sendo assim, uma obra feita sob orientação de um arquiteto torna seu investimento seguro, porque oferece menores riscos e propensão a erros e perda de tempo.

3.Economia

Contratar um arquiteto pode custar de 10 a 20% do valor da obra, porém varia de local para local. O que, com certeza, não é um gasto e sim um investimento com retorno imediato e também uma ótima recompensa à longo prazo, com a valorização do imóvel como citado acima. Além disso, você também terá uma grande economia de materiais. Pois o arquiteto poderá te auxiliar nos melhores custo benefício que o mercado oferece.

4. Beleza x funcionalidade

Esses na maioria das vezes são os pontos mais almejados por clientes, pois quem não quer ter uma casa linda e com ótima funcionalidade. Com isso, percebemos que é o arquiteto o profissional altamente capacitado em fazer.

5. Sem preocupações ou stress

São inúmeras as preocupações e stress que uma obra pode trazer:

  • A parte burocrática da papelada;
  • A documentação para prefeitura;
  • A escolha certa de cada material;
  • Entre várias outras coisas que necessitam de um cuidado especial.

6. Responsabilidade técnica

Os Arquitetos têm uma profissão regulamentada por um órgão de classe, que seria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU). Sendo assim, seus trabalhos são acompanhados por um documento chamado Registro de Responsabilidade Técnica (RRT). Nele constam os dados do projeto e/ou obra e as devidas atribuições do contratado, conforme disposto no Art. 45o § 1o e § 2o da Lei 12.378/2010.

7. Tempo

Você vai economizar muito tempo, desde o esboço das primeiras ideias ou necessidade até o projeto final. Pois o profissional vai fazer isso com naturalidade e rapidez. Além disso, ele também vai otimizar a busca em lojas de materiais de construção, móveis e decoração, pois tem um maior conhecimento do que há disponível no mercado.

8. Experiência

Nada como realizar uma manutenção, reforma ou obra com quem tem experiência no assunto e sabe o que está fazendo. Com isso, você evita cometer erros básicos ou deixar detalhes importantes passarem despercebidos. Portanto, contrate profissionais com experiência e cobre o profissionalismo e descrição de soluções técnicas e conclusivas aos problemas, sem paliativos.

9. Tendências do mercado

Além de ter um senso apurado das tendências do mercado, o arquiteto  pode trazer todas as inovações e novidades para dentro do seu condomínio. Por mais que você acompanhe sites de assuntos técnicos ou de decoração e revistas, sempre existe algo que você ainda não viu. Além disso você pode ter dúvida sobre a possibilidade de implementação.

10. Contatos

Quem está nesse meio há muito tempo, naturalmente tem uma rede de contatos grande: desde pedreiros, encanadores, eletricistas e instaladores até lojas de materiais, móveis e objetos desconhecidas por você, mas que têm produtos diferentes e preços melhores.

Por que contratar um Arquiteto?

Esta carta do Arquiteto João Batista Vilanova Artigas ilustra, de maneira clara,  a importância da contratação de um arquiteto.

 

Carta ao cliente

Quer conferir os projetos já realizados pela arquiteta Renata Pisani e tornar seu projeto não apenas sustentável, mas altamente elegante?

 

Renata Pisani Arquitetura & Interiores
Telefone: (41) 3236-1157
Rua Petit Carneiro, 687 Água Verde, Curitiba – PR.
renata@rparquitetura.com.br

Como escolher o Profissional correto para a sua obra?

Você sabe a diferença entre o Arquiteto, o Designer de Interiores e o Decorador?

Com a chegada do fim do ano muitas pessoas começam a fazer o seu planejamento para o ano que está por vir. Muitas vezes esse planejamento inclui a troca da decoração da casa, reformas ou até mesmo a construção de uma casa nova. Justamente nessa hora é que as dúvidas começam a surgir, como por exemplo: “Qual profissional eu devo contratar para realizar o meu projeto?”. Ou “Qual o profissional mais adequado para a minha necessidade?”.  É comum ver decoradores ou designers de interiores proporem alterações em paredes, aberturas, ampliações ou demolições. Isto é ilegal.

Decoradores e designers não dispõe do diploma legal que os habilitem interferir na obra física. Se houver um acidente, o cliente não terá a quem responsabilizar. Surge a pergunta: Qual a diferença entre o arquiteto, o designer de interiores e o decorador? Por isso, pensando em te ajudar a esclarecer essas dúvidas nós da, Renata Pisani Arquitetura de Interiores, listamos algumas diferenças entre esses profissionais.

Veja também: Saiba como reformar ou construir um ambiente sustentável

O Decorador:

O decorador é aquele profissional formado (ou não) em um curso de curta duração ou é um autodidata. Portanto, suas atribuições são muito restritas, pois seu conhecimento sobre vários componentes de uma obra é nulo. Sua função restringe-se à escolha de acessórios, móveis ou cores sem que altere fisicamente a obra. No entanto, não pode interferir no ambiente nem mesmo no detalhamento de mobiliários, cuja atribuição é do designer de interiores. Seu trabalho resume-se exclusivamente a mudanças de aparência do ambiente que não exijam habilidades técnicas.

O Designer de Interiores:

O designer de interiores, além do trabalho do decorador que vem ao final do projeto tem a função de elaborar o espaço coerentemente, seguindo normas técnicas de ergonomia, acústica, térmico e luminotécnica além de ser um profissional capaz de captar as reais necessidades dos clientes e concretiza-las através de projetos específicos. Porém seu trabalho restringe-se a ambientes internos e externos contíguos aos interiores, não podendo realizar alterações de projetos elétricos, nem mesmo de baixa tensão, como alteração de tomadas e pontos elétricos, por não poderem fornecer o Registro de Responsabilidade Técnica (RRT), conforme disposto no Art. 4o II e III da Lei 13.369/2016.

 

O Arquiteto:

O arquiteto e sua formação se dão através dos cursos de arquitetura e urbanismo que tem duração de cinco anos, em que são abordados temas como: história da arte, história da arquitetura e do urbanismo. Além de representação gráfica, informática, resistência dos materiais, construção, planejamento urbano, projeto de edificações, conforto ambiental, paisagismo, arquitetura de interiores, entre outros.

A formação em um curso de arquitetura permite que atue em várias áreas. Alguns deles são: Projetos Arquitetônicos, intervenções em fachadas, projetos de urbanismo, projetos de interiores sem restrições. Além de projetos de paisagismo, projetos de restauração, acompanhamento e fiscalização de obras. Por isso, seu trabalho se inicia a partir do momento em que se escolhe o terreno para a construção, ou seja, a implantação de seu projeto; com parecer sobre localização, legislações idílicas e urbanas, aspectos ambientais e topográficos.

 

Por tanto caro leito, além dessas diferenças básicas, é muito importante ressaltar que os Arquitetos têm uma profissão regulamentada por um órgão de classe, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU). Sendo assim, seus trabalhos são acompanhados por um documento chamado Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) onde constam os dados do projeto e/ou obra e as devidas atribuições do contratado, conforme disposto no Art. 45o § 1o e § 2o da Lei 12.378/2010.

Além de pesquisar a qualidade e experiência do profissional que você está contratando é de suma importância identificar se esse profissional está exercendo sua profissão de maneira regular. Pois você jamais iria expor a saúde de seus filhos a um Pediatra que não fosse autorizado a atuar pelo CRM (Conselho Regional de Medicina) porque então iria deixar seu lar nas mãos de um profissional sem licença de atuação?

Referências:

Conselho de Arquitetura e Urbanismo/PI – CAU/PI

Lei 12.378/2010

Lei 13.369/2016

Quer conferir os projetos já realizados pela arquiteta Renata Pisani e tornar seu projeto não apenas sustentável, mas altamente elegante?

Renata Pisani Arquitetura & Interiores
Telefone: (41) 3236-1157
Rua Petit Carneiro, 687 Água Verde, Curitiba – PR.
renata@rparquitetura.com.br

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