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Dormitório infantil: tendências de Arquitetura para o quarto das crianças

Na hora de projetar os ambientes destinados aos pequenos, cada detalhe pode ajudar ao melhor descanso, formação e estudos. Contar com a ajuda de uma especialista pode ajudar nas escolhas, sem deixar de lado a personalidade da criança.

Quando falamos em decoração da casa, temos que levar em consideração os gostos e particularidades dos moradores. No quarto das crianças não é diferente. Personalizar o quarto do pequeno de acordo com sua personalidade pode ajudar até mesmo no sono, nos estudos e formação da criança.

Foi o que aconteceu na casa da nutricionista Carolina Vieira. “Quando eu mudei de apartamento eu queria que os meus filhos tivessem, cada um, o quarto com a carinha deles. Então, o meu pequeno escolheu super-heróis e o meu mais velho escolheu aviões. A Renata conseguiu deixar esses quartos extremamente aconchegantes e eles amam passar tempo cada um no seu cantinho”, conta.

O projeto e a execução ficou a cargo da arquiteta Renata Pisani. Com base nessa e em outras experiências, a profissional aponta algumas tendências de Arquitetura para dormitórios infantis e contou um pouco sobre alguns projetos que já realizou. Confira!

 

 

1- Quarto de bebê: quais as tendências?

O quarto de bebê tem que ser delicado e lúdico. Quando ele é bem novinho, é importante priorizar o relaxamento porque a grande reclamação das mães é a falta de sono. Então a gente precisa garantir um ambiente bem relaxante, bem acolhedor, para que induza mesmo o sono da criança.

Também é importante fazer a imaginação deles florescer, isso vale tanto para bebês quanto para os mais grandinhos. Então, a gente gosta de definir um tema. Muitas mães já tem definido qual tema quer para o quarto, mas caso ainda não tenha nós podemos sugerir. Mas sempre precisa ter a ver com a personalidade da criança. Ou seja, a menina que gosta de balé, bailarina ou o menino que gosta de futebol, surf. Normalmente a criança já tem uma personalidade. Se não fazemos em função da personalidade dos pais.

 

2- Como preparar um quarto que possa ser atual para bebê e depois nos primeiros anos de vida?

Uma coisa bem importante e que a maioria pede é que a gente faça uma base neutra, em composição dos armários. Já dá para prever uma bancadinha de estudos. Assim, quando ele é muito pequeno e ainda não usa a bancada, a gente pode compor para criar com baús, espaços para guardar brinquedos. Depois, aquele mesmo móvel pode voltar para sua função de escrivaninha.

 

3- Rosa ou azul? Quais cores são alternativas?

Hoje tem bastante “Candy Colors”, como são chamadas as cores mais suaves. Nessa lista entra, por exemplo, o verde água, o azul água, o lilás. São várias cores que podemos trabalhar em casos de dormitório infantil. Mas ainda temos a preferências de rosa para meninas e azul para meninos.

 

4- Quartos para pré-adolescentes. Quais as dicas?

Os pré-adolescentes já sabem o que querem. Então é bacana que eles participam das reuniões para definir como será o quarto, fazem pedidos e é bem legal essa participação. Tive casos em que tinham reuniões só com o adolescente, pois ele sabia tudo que queria. Eu conversava e apresentava os projetos diretamente pra ele. Então, considero bem legal que as crianças maiorzinhas participem deste processo, porque é o quarto dela, é o refúgio dela na casa, onde ela vai estudar, vai imaginar.

Eu mesma tive o meu quarto decorado quando criança e eu sempre conto para a arquiteta que fez o meu dormitório que eu gostava tanto dele que eu sentava no cantinho e ficava desenhando as perspectivas dele. Foi o que me ajudou a me descobrir como arquiteta. Indico os pais a investirem no quarto de suas crianças, pois pode ser um grande passo para o futuro da criança.

O estudante João Pedro Vieira, de 12 anos, teve seu quarto decorado pela arquiteta Renata Pisani. “Eu queria um quarto de acordo com a minha idade, o tema que escolhi foi de aviões e foi exatamente o tema que a Renata fez. O quarto ficou lindo e aconchegante e eu adoro passar tempo dentro dele”, conta o adolescente.

3 dicas rápidas para quem deseja reformar

Saiba o que é preciso para realizar a reforma da casa sem ter dor de cabeça. 


Foto: Nenad Radovanovic

Para quem está se preparando para a reforma da casa, é essencial se atentar a alguns detalhes para ter uma obra de sucesso. Por isso, o escritório Renata Pisani Arquitetura & Interiores preparou 3 dicas fundamentais para quem desejar iniciar uma reforma! Confira:

 

1. Escolha do Profissional

Para ter uma reforma tranquila e sem problemas é imprescindível contratar um arquiteto de confiança. Em uma obra estão envolvidos muitos fornecedores. Além de diversos detalhes para executar e um bom arquiteto tem conhecimento para acompanhar todas as etapas sem incomodar seus clientes. Portanto, pesquise, veja o portfólio do profissional e agende uma reunião para conhece-lo melhor e apresentar suas ideias. Após a contratação, faça reuniões semanais ou quinzenais para acompanhar a evolução da reforma.

 

2. Defina o objetivo da reforma

Antes de iniciar um reformar é importante ter bem definido o seu objetivo. Pois a ela é necessária quando buscamos alguma melhoria ou apenas uma mudança no visual do espaço. Existem obras mais complexas, como por exemplo, de um móvel antigo, onde é necessário mexer na parte hidráulica, elétrica, nos revestimentos, entre outros elementos. Caso você tenha ideias, mas não tenha o objetivo claro, inicie a obra escolhendo o arquiteto. Apresente a ele ideias e ouças as sugestões do profissional.

 

3. Planejamento

O planejamento é fundamental para que não existam retrabalhos, desperdício de tempo e dinheiro, além disso um desgaste emocional para quem está reformando. Um bom projeto demanda três meses de planejamento, entre o briefing do cliente, o conceito do projeto, os projetos técnicos, a planilha de custos e o cronograma da obra. Portanto, um arquiteto de confiança é essencial para um planejamento correto.

O que achou das dicas? Clique aqui  e aproveite para conhecer alguns projetos do escritório Renata Pisani Arquitetura & Interiores.

Gostaria de fazer um orçamento? Entre em contato e saiba mais: 41 3236-1157 ou renata@rparquitetura.com.br.

 

Como escolher o Profissional correto para a sua obra?

Você sabe a diferença entre o Arquiteto, o Designer de Interiores e o Decorador?

Com a chegada do fim do ano muitas pessoas começam a fazer o seu planejamento para o ano que está por vir. Muitas vezes esse planejamento inclui a troca da decoração da casa, reformas ou até mesmo a construção de uma casa nova. Justamente nessa hora é que as dúvidas começam a surgir, como por exemplo: “Qual profissional eu devo contratar para realizar o meu projeto?”. Ou “Qual o profissional mais adequado para a minha necessidade?”.  É comum ver decoradores ou designers de interiores proporem alterações em paredes, aberturas, ampliações ou demolições. Isto é ilegal.

Decoradores e designers não dispõe do diploma legal que os habilitem interferir na obra física. Se houver um acidente, o cliente não terá a quem responsabilizar. Surge a pergunta: Qual a diferença entre o arquiteto, o designer de interiores e o decorador? Por isso, pensando em te ajudar a esclarecer essas dúvidas nós da, Renata Pisani Arquitetura de Interiores, listamos algumas diferenças entre esses profissionais.

Veja também: Saiba como reformar ou construir um ambiente sustentável

O Decorador:

O decorador é aquele profissional formado (ou não) em um curso de curta duração ou é um autodidata. Portanto, suas atribuições são muito restritas, pois seu conhecimento sobre vários componentes de uma obra é nulo. Sua função restringe-se à escolha de acessórios, móveis ou cores sem que altere fisicamente a obra. No entanto, não pode interferir no ambiente nem mesmo no detalhamento de mobiliários, cuja atribuição é do designer de interiores. Seu trabalho resume-se exclusivamente a mudanças de aparência do ambiente que não exijam habilidades técnicas.

O Designer de Interiores:

O designer de interiores, além do trabalho do decorador que vem ao final do projeto tem a função de elaborar o espaço coerentemente, seguindo normas técnicas de ergonomia, acústica, térmico e luminotécnica além de ser um profissional capaz de captar as reais necessidades dos clientes e concretiza-las através de projetos específicos. Porém seu trabalho restringe-se a ambientes internos e externos contíguos aos interiores, não podendo realizar alterações de projetos elétricos, nem mesmo de baixa tensão, como alteração de tomadas e pontos elétricos, por não poderem fornecer o Registro de Responsabilidade Técnica (RRT), conforme disposto no Art. 4o II e III da Lei 13.369/2016.

 

O Arquiteto:

O arquiteto e sua formação se dão através dos cursos de arquitetura e urbanismo que tem duração de cinco anos, em que são abordados temas como: história da arte, história da arquitetura e do urbanismo. Além de representação gráfica, informática, resistência dos materiais, construção, planejamento urbano, projeto de edificações, conforto ambiental, paisagismo, arquitetura de interiores, entre outros.

A formação em um curso de arquitetura permite que atue em várias áreas. Alguns deles são: Projetos Arquitetônicos, intervenções em fachadas, projetos de urbanismo, projetos de interiores sem restrições. Além de projetos de paisagismo, projetos de restauração, acompanhamento e fiscalização de obras. Por isso, seu trabalho se inicia a partir do momento em que se escolhe o terreno para a construção, ou seja, a implantação de seu projeto; com parecer sobre localização, legislações idílicas e urbanas, aspectos ambientais e topográficos.

 

Por tanto caro leito, além dessas diferenças básicas, é muito importante ressaltar que os Arquitetos têm uma profissão regulamentada por um órgão de classe, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU). Sendo assim, seus trabalhos são acompanhados por um documento chamado Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) onde constam os dados do projeto e/ou obra e as devidas atribuições do contratado, conforme disposto no Art. 45o § 1o e § 2o da Lei 12.378/2010.

Além de pesquisar a qualidade e experiência do profissional que você está contratando é de suma importância identificar se esse profissional está exercendo sua profissão de maneira regular. Pois você jamais iria expor a saúde de seus filhos a um Pediatra que não fosse autorizado a atuar pelo CRM (Conselho Regional de Medicina) porque então iria deixar seu lar nas mãos de um profissional sem licença de atuação?

Referências:

Conselho de Arquitetura e Urbanismo/PI – CAU/PI

Lei 12.378/2010

Lei 13.369/2016

Quer conferir os projetos já realizados pela arquiteta Renata Pisani e tornar seu projeto não apenas sustentável, mas altamente elegante?

Renata Pisani Arquitetura & Interiores
Telefone: (41) 3236-1157
Rua Petit Carneiro, 687 Água Verde, Curitiba – PR.
renata@rparquitetura.com.br

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